sua história pessoal
não se pode confundir
com a história do lugar
história do local
é uma corrente de pessoas
com enredos vários
ricos de momentos diversos
com versos próprios
e impróprios
ditos, pensados, disseminados
a história pessoal
é propriamente
matéria de cuidado atento
incomparável
planta, se não única, rara
e até hoje sabido
com uma só via
sem desenrolo ou conversa
segunda-feira, 29 de março de 2010
domingo, 28 de março de 2010
você que vive se encontrando
se conhecendo tão bem que se basta
se achando por aí e ali
não esqueça
que no popular se diz
que quem se acha muito
é metido em problema grande
se perde crente que seja isso ou aquilo
substitui a dúvida pela arrogância
e o auto-conhecimento se automatiza
esquecendo de lembrar
que é impossível fotografar seu próprio espectro
num instante
e não vale a pena tentar
pois isso não é matéria de pensar
melhor é respirar fundo
e olhar pra fora
porque mesmo só somos
in e out-a/mente dependentes
ligados, frágeis, fragmentos
inventos provisórios no dia-a-dia real e ilusório
estátuas de gelo ou brasas ardentes
no fim se veem não bem o que pensam somente
se conhecendo tão bem que se basta
se achando por aí e ali
não esqueça
que no popular se diz
que quem se acha muito
é metido em problema grande
se perde crente que seja isso ou aquilo
substitui a dúvida pela arrogância
e o auto-conhecimento se automatiza
esquecendo de lembrar
que é impossível fotografar seu próprio espectro
num instante
e não vale a pena tentar
pois isso não é matéria de pensar
melhor é respirar fundo
e olhar pra fora
porque mesmo só somos
in e out-a/mente dependentes
ligados, frágeis, fragmentos
inventos provisórios no dia-a-dia real e ilusório
estátuas de gelo ou brasas ardentes
no fim se veem não bem o que pensam somente
narcisudo
estranha espécie
de visão de si mesmo
olho e espelho
visão de si no outro
estudo da fisionomia alheia
da paquera aos transeuntes
andança acompanhada
vista e revista
passo a passo
carência de saber
como se está
como se aparenta
se vendo com os olhos do outro
ânsia por segurança
mínimo de certeza
entre o que vou sendo
o que vou imaginando
e aquilo sido
de visão de si mesmo
olho e espelho
visão de si no outro
estudo da fisionomia alheia
da paquera aos transeuntes
andança acompanhada
vista e revista
passo a passo
carência de saber
como se está
como se aparenta
se vendo com os olhos do outro
ânsia por segurança
mínimo de certeza
entre o que vou sendo
o que vou imaginando
e aquilo sido
dialética matemática
ângulo reto
o olho do reto
te olha de lado
vendo fundo
na verdadeira
final e derradeira
dialética
a merda
se formando
simplesmente
por viver
o olho do reto
te olha de lado
vendo fundo
na verdadeira
final e derradeira
dialética
a merda
se formando
simplesmente
por viver
sexta-feira, 5 de março de 2010
MADURA!
qual é o contrário da vida madura? é a fruta verde rsrsrs - espero que cê veja hein rsrsrs . . . abraço intercontinental . . . olha os terremotos!!! rsrs - contra-band-iando informação etnográfica!
interessante o fato, feito e visto, do reflexo aliviar a alma, absorver o mal estar, retomar a calma, fazer o bem pensar - diretoria - retornar o riso, sempre momentâneo, meio teatral - ainda melhor por isso, ser tarefa, riso verdadeiro, não simplesmente espontâneo, mas trabalhado . . . viva ao trabalho!!! já me disseram como passe, toque, conselho, dica, bisi - salve samuca! - que o que sou é luta, é exercício, é treino . . . Iê é capoeira, roda é roda, Iê viva meu mestre - Bába -, sempre (pre)parado, Iê quem me ensinou, a jogar solto, Iê a vadiar, mas amarrado e atento, Iê viva Pastinha, que caiu no Angolinha, Iê vamo se embora!!!
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