terça-feira, 25 de agosto de 2009

Cultura

" . . . as plantas deveriam ser estudadas através de suas relações com o solo, de um lado, e as práticas agrícolas locais, de outro." Sir Albert Howard. "Um Testamento Agrícola".

sábado, 15 de agosto de 2009

acaso
é caso de,
caso fosse
casualmente ser
caso sério?
acaso
o caso é,
numa casualidade,
ocasião de realmente
ser caso?
caso?
coisa nenhuma
ou seria caso de pensar
caso de loucura
caso de polícia
caso fosse
realmente . . .
mas quanto casório!
quanta ocasião de ser
caso você,
caso de loucura,
casualmente fosse
um caso
você, eu, ao acaso . . .

domingo, 26 de julho de 2009

convencer
é vencer com
pedro sem zezinho só
harmonizar
amizade
condução
sinal
sintonia

cultura convence
seres anônimos
desfigurados
desamparados
convencidos por aqueles que querem
fazê-los acreditar
que estão sós

sociedade só existe convencendo
quem diz que é competindo
que fale sozinho
pessoa convencida
esqueceu o com
só quer vencer só

a vida só existe convencendo

sexta-feira, 17 de julho de 2009

as folhas das árvores tem validade
ontem, mais frio, vento, folhas na árvore
hoje, menos frio, vento, folhas voando
ontem nublado
hoje sol
concluindo: as folhas quentes caem mais fácil
será dilatação? será fotossíntese, desgaste, chão?
viva à ciência dos homens!
aos homens da ciência
a validade de suas vidas
calor, frio, vento, alimento, chuva, sol, terra, chão . . .
qual a diferença
entre o sonho acordado
e o sonho dormindo?
num estamos distraídos
e noutro concentrados
mistério do sono
estado, vivido
desligado
nossos pensamentos dizem muito do que pensamos
nossos sonhos dizem muito do que sonhamos
mistério do sonho
mistura
de pensamentos e imaginações
ações imaginárias
possibilidades, confusões
forno silencioso
pensamentos, derratam-se!
fusão
previsão? não, revisão
sonho
pensamentos
possibilidades
imaginação
expressonâncias . . .
irreais
costumeiras
virtuais
varia sons . . .
palavras
falseadas
dor, lavras!
emiticências . . .
tentativas
pausas
discursivas
desesfera . . .
contida
mentiras
sem vida
esperansonho . . .
desejo
confusão
não vejo
alucinagem . . .
não ajo
sozinho
viajo

sábado, 11 de julho de 2009

que amor estranho
esse que é medido
naquilo que você pode violentar
seja a si ou outros próximos
que estranho sucedâneo do amor
a imaginação do que você seria capaz de abrir mão
para satisfazê-lo
de arriscar-se
para protegê-lo
não basta o zelo?
esse amor de pátria
com hino, bandeira
policiamento ostensivo
investigações judiciais
guerras de contenção
interesses político-econômicos
da economia humana fundamental
administração de suas posses
produção de suas satisfações
arre amor econômico!